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Educação para Inovações nas Organizações |
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Introdução
Os mercados atuais impõem novos e grandes desafios a organizações e profissionais: margens de lucro em queda, inovações com velocidade crescente e posições continuamente ameaçadas. Nesse novo ambiente econômico, o conhecimento é um elemento fundamental dentro do jogo competitivo, uma vez que ele viabiliza a realização de dois movimentos fundamentais para a sobrevivência da organização. O primeiro movimento requerido pelo momento atual é a mudança ininterrupta da organização para níveis de desempenho cada vez mais altos, de modo a fazer frente às forças competitivas que estão em contínua evolução. O segundo movimento é o reposicionamento contínuo da organização dentro do seu mercado, de modo a implementar as adaptações requeridas pelos demais agentes como organismos legisladores, organismos de normalização/acreditação, forças macro-econômicas, entre outros.
Portanto, um dos desafios mais importantes impostos às organizações atuais é desenvolver práticas sistemáticas para administrar a autotransformação. Isso porque, nesse contexto, mais que em outros, o desenvolvimento econômico se efetiva a partir de inovações ou, novas combinações de materiais e forças empregadas de forma diversas, como preconizado por Schumpeter, economista que apresentou o enfoque da inovação como destruição criadora (1988: 43).
Uma inovação pode ser entendida da maneira proposta por Tidd et alli (1997: 6), como sendo, essencialmente, uma mudança benéfica para a organização. Os benefícios de uma inovação podem ser ganhos, grandes ou pequenos, de eficiência no uso de algum de seus recursos ou, de eficácia no atendimento a um dos seus vários propósitos, tais como, lucratividade, melhorias internas, contribuições sociais, entre outros. No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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Os Desafios de uma Educação para Inovação dentro das Organizações |
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Introdução Quando falamos de uma educação voltada para inovação num contexto federativo, estamos nos referindo ao futuro do país. Isto ocorre porque a inovação está intimamente ligada ao processo de geração de riqueza e melhoria de aspectos sociais, que, por sua vez, são lementos necessários para promover condições individuais e coletivas para um progresso contínuo e sustentável. Por esses motivos mais gerais, o tema da inovação tem sido muito discutido, aparecendo constantemente dentro da lista de prioridades e preocupações de muitas organizações em todo o mundo. É também muito freqüente, em discussões sobre Gestão Empresarial, Planejamento Estratégico, colocar a inovação como fator determinante para a sobrevivência da empresa, razão pela qual o tema está presente em praticamente todas as pautas de discussão do mundo corporativo.
Uma pesquisa sobre inovação, conduzida pelo Management Centre Europe e pelo Human Resource Institute da Universidade de Tampa, constatou que mais de 90% dos 1350 executivos entrevistados classificaram a inovação como sendo importante ou muito importante. No entanto, há um outro ponto interessante nessa pesquisa, pois 85% deles não consideram suas empresas bem sucedidas em inovação [1].
A partir desses números, decorre a constatação da existência de uma distância entre o que se quer e o que se obtém. Dentro do espectro da pesquisa, existe praticamente consenso dos executivos das organizações em apontar a inovação como algo fundamental e, portanto, desejável, mas com a ressalva de que os resultados obtidos através dos processos implementados para a geração de inovações têm sido insatisfatórios.
Diversos pontos podem ser colocados como fatores de insucesso para se alcançar resultado positivo nas inovações no âmbito organizacional. Podemos, por exemplo, citar as dificuldades para implementação de sistemas de gestão da inovação e para determinação das ferramentas mais adequadas para os processos. Podemos também citar questões de ordem cultural, que, se por um lado garantem a continuidade da identidade de uma organização no tempo, simultaneamente podem se tornar, em diversos aspectos, barreiras no trabalho de realização das mudanças necessárias. Tal fato nos leva a analisar as questões relacionadas à educação e de que forma ela pode se tornar um agente propulsor das inovações dentro das organizações.
No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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Propriedade Intelectual, Incentivos e Legislação na Gestão da Inovação |
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Introdução É bem evidente que, no mundo atual, a questão da propriedade intelectual é central para os indivíduos, empresas e países. Sabemos que o conhecimento tem cada vez mais valor econômico e por isso, proteger e regular este tipo de propriedade torna-se algo fundamental para o desenvolvimento.
Neste tutorial trataremos inicialmente da propriedade intelectual no Brasil, falando também dos incentivos e legislação aplicáveis à questão da inovação. Estes são pontos fundamentais para a realização de uma boa gestão da inovação.
No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira.
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Lei da Informática (Leis 8.248, 10.176 e 11.077) |
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Introdução O objetivo deste tutorial é explicar o que é a lei da informática, seus benefícios, premissas e regras gerais. O texto tem um formato de FAQ (Frequently Asked Questions) que o torna bem didático facilitando encontrar exatamente o ponto a ser esclarecido, dentre os quais: - O que é a Lei da Informática?
- Quais são os produtos incentivados?
- Qual o valor do benefício?
- Qual o investimento em Pesquisa e Desenvolvimento que a empresa deve fazer?
- Como é feito o investimento?
- Existem outras condições para que a empresa seja beneficiada com o incentivo?
- Quais atividades são consideradas investimentos em P&D??
- Quais gastos são admitidos como sendo investimento em P&D?
- Como a empresa deve fazer para obter o incentivo?
- Como a empresa deve comprovar os investimentos em P&D ?
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