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LTE: Long Term Evolution – Arquitetura Básica e Acesso Múltiplo |
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Introdução
As normas do UMTS LTE (Long Term Evolution) são realizadas pelo grupo 3gpp – 3rd generation partnership project (www.3gpp.org) que também foi responsável pelas especificações UMTS desde a sua versão inicial, Release 99, liberada no ano 2000.
Nestes mais de 10 anos de desenvolvimento do UMTS, já tivemos 6 releases já lançados (até novembro de 2009): - Em 2000 – Release 99
- Em 2001 – Release 4
- Em 2002 – Release 5
- Em 2004 – Release 6
- Em 2007 – Release 7
- Em 2008 – Release 8 (LTE)
Os releases 9 e 10 já estão em andamento, mas até a data deste tutorial não haviam sido lançados.
O nosso interesse neste tutorial recai sobre o Release 8 (LTE) e creio que é interessante começarmos falando sobre os seus objetivos. De fato, ainda em 2005, quando pela primeira vez especificada, a tecnologia LTE nasceu com a seguinte lista de pontos chave: - Operação total em comutação de pacotes – no LTE a idéia é abandonar totalmente a comutação por circuitos e tratar todo tráfego por “packet switching” otimizado.
- RTT (Round Trip Time) abaixo de 10 mseg e Access Delay abaixo de 300 mseg.
- Taxa de pico para o uplink (enlace reverso) de até 50 Mbps.
- Taxa de pico para o downlink (enlace direto) de até 100 Mbps.
- Possibilidade de handover e reselection com tecnologias legadas (GSM, releases anteriores do UMTS e CDMA2000) – a inclusão do CDMA2000 se dá para permitir a migração destas redes para o LTE.
- Alocação de diferentes larguras de banda (1,25, 2,5, 5, 10, 15 e 20 MHz) para possibilitar a construção da compatibilidade e interoperabilidade com outras tecnologias.
- Capacidade de tráfego de 2 a 4 vezes maior do que o Release 6 UMTS.
Neste tutorial iremos rapidamente entender as modificações introduzidas pelo Release 8, conhecido como UMTS LTE para se alcançar os objetivos acima listados. Inicialmente falaremos da arquitetura da rede LTE, para em seguida tratarmos dos aspectos da interface aérea, com a descrição sucinta da implementação OFDMA, SC-FDMA e MIMO. Não abordaremos neste tutorial os protocolos do user plane e control plane, não tratando portanto, de como o LTE lida com diferentes serviços (políticas de QoS).
No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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 Introdução
Colocado de modo simples, o planejamento estratégico determina para onde uma organização está indo no próximo ou próximos anos, como a mesma pretende fazê-lo e como irá controlar se está chegando ou não ao objetivo proposto.
Mais importante, no entanto, que a documentação resultante do planejamento estratégico, é o processo em si. É muito comum que os planejadores estratégicos de uma organização já saibam muito do que irá vir a ser o plano estratégico. O processo organiza esta informação, dentro de uma sistemática.
Contudo, o processo de desenvolvimento de tal plano, ajuda a deixar claro quais são os planos da organização e garantem que os principais líderes da organização estejam "todos na mesma página". Existe uma variedade de perspectivas sobre planejamento estratégico e uma variedade de aproximações usadas nos processos de planejamento estratégico.
Neste tutorial, utilizamos a abordagem da Administração Estratégica dada pelos autores Samuel C. Certo e J. Paul Peter[1], esquematizada na figura abaixo.  Figura 1 – Principais Etapas do Processo de Administração Estratégica (Fonte: CERTO & PETER, 1993) No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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Introdução
Durante os anos 80, os sistemas de celulares analógicos foram experimentados na Europa. Cada país desenvolveu seu próprio sistema, o que se tornou um problema para os Europeus, que não eram compatíveis entre si.
Isto foi uma situação indesejável, pois não somente o equipamento foi limitado para as operações, mas também o Mercado foi limitado, e as economias de escala e reservas subseqüentes não puderam ser realizadas.
Nesta mesma época os Europeus criaram um grupo de estudos para desenvolver um sistema móvel PanEuropeu afim de padronizar o sistema na Europa.
Em 1989 os primeiros testes junto com as especificações da fase I do GSM foram publicados. Em 1993 já havia 33 redes GSM em 22 países. No começo de 1994 eram contados 1,3 milhões de assinantes em todo o mundo.
Neste tutorial veremos as especificações e a estrutura da rede GSM, o funcionamento de um processo de chamada e outros recursos oferecidos pelo sistema GSM.
No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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Introdução Nesse texto será abordado o conceito de gerenciamento de marcas ou branding, como é mais conhecido em marketing, e sua importância para o sucesso ou fracasso das empresas. É um assunto fascinante, já que faz parte do dia-a-dia de todas as pessoas, mesmo aquelas que, conscientemente, não percebem a sua influência. Estudar marcas é ir a fundo no sentimento dos consumidores e nas emoções que as marcas os fazem sentir.
E é isso que torna esse assunto tão curioso e, em algumas vezes, misterioso para ser analisado e estudado.
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A Hierarquia das Necessidades de Maslow – Pirâmide de Maslow |
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Introdução A hierarquia de necessidades de Maslow foi introduzida por Abraham Maslow e se refere a uma pirâmide que representa uma divisão hierárquica a respeito das necessidades humanas. Na base da pirâmide estão as necessidades de nível mais baixo, sendo que, apenas quando satisfeitas escala-se em direção às hierarquias mais altas para atingir a auto-realização que é o nível mais alto.
Neste rápido tutorial falaremos justamente da hierarquia das necessidades de Maslow, explicando cada um dos níveis e tecendo comentarias a respeito de cada uma. Ao término faremos uma pequena análise crítica da hierarquia destas necessidades. No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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Introdução
Nesse texto vamos desmistificar o termo “Segmentação de Mercado”, hoje tão comum entre os profissionais de marketing.
Abordaremos assuntos como: - Benefícios da Segmentação de Mercado;
- Como Selecionar seu Segmento-Alvo;
- Processo de Segmentação de Mercado;
- Estrutura da Segmentação de Mercado;
- Segmentação B2B versus Segmentação B2C;
- Segmentação Baseada na Necessidade.
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Os Desafios de uma Educação para Inovação dentro das Organizações |
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Introdução Quando falamos de uma educação voltada para inovação num contexto federativo, estamos nos referindo ao futuro do país. Isto ocorre porque a inovação está intimamente ligada ao processo de geração de riqueza e melhoria de aspectos sociais, que, por sua vez, são lementos necessários para promover condições individuais e coletivas para um progresso contínuo e sustentável. Por esses motivos mais gerais, o tema da inovação tem sido muito discutido, aparecendo constantemente dentro da lista de prioridades e preocupações de muitas organizações em todo o mundo. É também muito freqüente, em discussões sobre Gestão Empresarial, Planejamento Estratégico, colocar a inovação como fator determinante para a sobrevivência da empresa, razão pela qual o tema está presente em praticamente todas as pautas de discussão do mundo corporativo.
Uma pesquisa sobre inovação, conduzida pelo Management Centre Europe e pelo Human Resource Institute da Universidade de Tampa, constatou que mais de 90% dos 1350 executivos entrevistados classificaram a inovação como sendo importante ou muito importante. No entanto, há um outro ponto interessante nessa pesquisa, pois 85% deles não consideram suas empresas bem sucedidas em inovação [1].
A partir desses números, decorre a constatação da existência de uma distância entre o que se quer e o que se obtém. Dentro do espectro da pesquisa, existe praticamente consenso dos executivos das organizações em apontar a inovação como algo fundamental e, portanto, desejável, mas com a ressalva de que os resultados obtidos através dos processos implementados para a geração de inovações têm sido insatisfatórios.
Diversos pontos podem ser colocados como fatores de insucesso para se alcançar resultado positivo nas inovações no âmbito organizacional. Podemos, por exemplo, citar as dificuldades para implementação de sistemas de gestão da inovação e para determinação das ferramentas mais adequadas para os processos. Podemos também citar questões de ordem cultural, que, se por um lado garantem a continuidade da identidade de uma organização no tempo, simultaneamente podem se tornar, em diversos aspectos, barreiras no trabalho de realização das mudanças necessárias. Tal fato nos leva a analisar as questões relacionadas à educação e de que forma ela pode se tornar um agente propulsor das inovações dentro das organizações.
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Ecologia Industrial - Artigo sobre o Ecoprojeto |
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Introdução
O presente artigo é o resultado de uma pesquisa bibliográfica sobre a Ecologia Industrial – um conceito que vem tendo uma difusão maior somente a partir dos anos ‘90 e trata da tentativa de reorganizar o sistema industrial tomando como modelo o funcionamento do ecossistema natural – e sobre o Ecoprojeto – que é o projeto de produto visando minimizar seu impacto sobre o meio ambiente, ao mesmo tempo em que prossegue buscando maximizar os benefícios para a empresa e seus clientes. O objetivo deste paper é difundir entre os administradores estes conceitos, e a forma como eles podem ser operacionalizados.
No estágio atual de conscientização ambiental predominante no mundo dos negócios em geral – com exceção de algumas empresas líderes mundiais, como a 3M, aqui apresentada como um exemplo de que o ecoprojeto pode ser compensador –, ainda não é dada a merecida importância a estes conceitos estratégicos. Sendo assim, busca-se neste trabalho ressaltar seu papel central nos futuros desenvolvimentos dos sistemas empresariais.
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Última atualização em Qui, 24 de Setembro de 2009 13:43 |
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Propriedade Intelectual, Incentivos e Legislação na Gestão da Inovação |
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Introdução É bem evidente que, no mundo atual, a questão da propriedade intelectual é central para os indivíduos, empresas e países. Sabemos que o conhecimento tem cada vez mais valor econômico e por isso, proteger e regular este tipo de propriedade torna-se algo fundamental para o desenvolvimento.
Neste tutorial trataremos inicialmente da propriedade intelectual no Brasil, falando também dos incentivos e legislação aplicáveis à questão da inovação. Estes são pontos fundamentais para a realização de uma boa gestão da inovação.
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Joomla Forms – Formulários no Joomla com o Componente CK FORMS |
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Introdução Quando montamos um site em Joomla, apesar do pacote da distribuição original ser de grande utilidade, geralmente precisamos instalar componentes, módulos e plugins para obter funcionalidades importantes para interação com os visitantes.
Uma das formas de interação mais importantes é feita através de formulários, sejam para cadastro, para contratação de um serviço ou pedido de informações.
Neste tutorial irei explicar como você pode rapidamente resolver os problemas de criar um formulário utilizando o componente CK FORMS. Irei detalhar a instalação e a configuração e no final, discutirei de forma geral o problema de envio de e-mails com as informações do formulário. Este é um problema comum, pelo qual passei (e sofri bastante para resolver – 2 dias inteiros perdidos...) e por isso, espero dar uma contribuição para facilitar a vida de algumas pessoas. No final do texto, você tem um link para baixar o tutorial em pdf, caso queira. |
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